Casulo sem seda da chinesinha

 




E eu estava mais pesado que o Douro. Sem tempo nem ocasião talvez como ele estava para mim. A companhia era o mau hálito da resina. O portal estava de sua prisão numa vela suja em toma de mortalha em liberdade de pano de seda rasgado.

Não perguntei a causa. Matei-me ali em frente ao rio por me atirar a ele. As velhas rezaram por a alma do enforcado ficou a mandrágora sem lei por ser filha dela. Como na esperança da Vandoma.

Pausas aos livros a navegação é dela.

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