correspondência comercial

 Caro Patron

Sei que alivinhas as tuas últimas notas. Foi um percurso percorrido, a morte é igual para todos vem um diabo que o arcanjo não defende e vamos desta sua terra.

Antes de te despedires informo-te que estamos numa situação paralela ao fascismo com 60% por cento da população na agricultura da subsistência a remediar-se com algo a pensar num país de trabalhadores. Nestes tempos no de fachadismo voltamos a não ter direitos com 60% da população nos serviços do terciário a recibos verdes com os impostos pagos num paraíso fiscal qualquer sem esperança de uma pátria digna.


Ainda preciso de ti para mudar o mundo


Saudosamente


Paulo Martins

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