MAX




Confesso que já fui um jovem distorcido com direito à revolta contra os pais como vem na bíblia e ninguém me pode julgar por isso. Viciei-me no meu flash e batia o masoquismo correcto com um grande ordenado (para mim) neste mundo estrangulado por o excesso de informações e imagens numa máquina do vazio éthereo.

Há uns era viciado em comprar revistas por o ditado das imagens e do conhecimento, gostava expecilmente duma alemã que comprava relegiosamente sem preceber uma palavra a MAX, tinha tudo o que um bom grafico precisa e também umas gajas de elite nuas deus sabe a fome que passei, ó se passei.

Num dos números que li tinha um trabalho do conhecido designer Philippe Stark em Inglês, uma série de grafismos que despertavam para a consciência real da cidadania.

O Menos é Mais, cada pedaço que podemos guardar sobrar e partinhar, O Mais é Menos , menos recursos menos moral menos conhecimento verdadeiro.

Talvez saiba dar a resposta duma geração, mesmo não tendo soluções para tudo.

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