Ego

Estranho, não estranho ser vigiado eletronicamente e outros meios reprimitivos fascistas que usam contra mim. É a vida do pequena artista como dizia o outro. Estranho, não estranho darem-me poderes para os usarem contra mim como so cartazes do meu bairro dá para namorar casa não és cobridor oficial.

Estranho, não estranho vir de volta com empurcalhações tudo o digo e levanto.

Ouve Samantinha (já sabes que o Sindroma de Estocolmo dá mais tusa e isso é o que conta) haverá vida para além de mim?



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