O grito





Quando era rapaz e andava nos escuteiros jogavamos um jogo interessante que era dizer uma frase ao ouvido do segundo e fazer repeti-la ao ouvido dos restantes até voltar ao ouvido de quem a semeou. Aconteciam coisas engraçadas no intuito de fonetismos e nunca conseguia-mos fazer a repetição até ao fim. Devia se do açucar da bolas de Berlim.

Cruzo esta informação com um dos inigmas mas estranhos que me ocorreram na vida. São os limpa corrimões na China. Numa cidade com 25 milhões de pessoas como Shangai o desgaste a a gordura acomulada nos corrimões resulta uma coisa peganhosa e horrivel ao fim de alguns minutos tendo que ser limpos constantemente para bem da saúde publica.



Quero eu dizer que o icone sagrado do silêncio preenchido vai bem longe na distorção gritante da humanidade. Seremos todos icones? Avatares?

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