Carta a futuros ditadores
A maré baixa deixa ver o sistema de esgotos do rio. Tanto nojo de pureza, assim um pouco como a lucidez da vida antes julgar, não pelo flash indutivo ou cognito mas por a compressão assaltada de sentimentos.
Quem não viveria a banalidade da vida das gaivotas que o devoram no vôo picado.
Tudo me esmaga e encripta, sou um ser fechado no hermético da fábula entre a vida e a morte do mito que não me deixa viver em Paz. É impcompreensivél viver sem esperança no futuro, não por o progresso mas por a evolução de ser.
Pior ainda, tenho a certeza do fiz, é viver sem honra...
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